Economia – Distribuição https://distribuicao.newtrade.com.br A Revista de Negócios dos Atacadistas Distribuidores Wed, 19 Jun 2019 11:00:52 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.2.1 https://distribuicao.newtrade.com.br/wp-content/uploads/2019/01/cropped-db-favicon-512x512-32x32.png Economia – Distribuição https://distribuicao.newtrade.com.br 32 32 Governo amplia número de atividades autorizadas a trabalhar aos domingos e feriados https://distribuicao.newtrade.com.br/economia/governo-amplia-numero-de-atividades-autorizadas-a-trabalhar-aos-domingos-e-feriados/ https://distribuicao.newtrade.com.br/economia/governo-amplia-numero-de-atividades-autorizadas-a-trabalhar-aos-domingos-e-feriados/#respond Wed, 19 Jun 2019 11:00:52 +0000 https://distribuicao.newtrade.com.br/?p=1011906

Decreto foi assinado pelo secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho

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Marinho deu a informação em uma mensagem em uma rede social. Segundo o Ministério do Trabalho, está sendo concedida permissão para o trabalho aos domingos e feriados, “em caráter permanente”, para seis novas atividades. Elas se somam às 72 previstas no decreto 27.048/1949. A justificativa para inclusão foi o “dinamismo do setor produtivo”.

Atividades incluídas:
  • Indústria de extração de óleos vegetais e indústria de biodiesel, excluídos os serviços de escritório;
  • Indústria do vinho, do mosto de uva, dos vinagres e bebidas derivadas da uva e do vinho, excluídos os serviços de escritório;
  • Comércio em geral;
  • Estabelecimentos destinados ao turismo em geral;
  • Serviço de manutenção aeroespacial;
  • Indústria aeroespacial.

“Muito mais empregos! Assinei hoje portaria que autoriza empresas funcionarem aos domingos e feriados. Com mais dias de trabalho das empresas, mais pessoas serão contratadas. Esses trabalhadores terão suas folgas garantidas em outros dias da semana. Respeito à Constituição e à CLT [Consolidação das Leis do Trabalho]”, escreveu o secretário.

A CLT diz, em seu artigo 67, que “será assegurado a todo empregado um descanso semanal de 24 horas consecutivas, o qual, salvo motivo de conveniência pública ou necessidade imperiosa do serviço, deverá coincidir com o domingo, no todo ou em parte”.

A lei diz ainda que, nos serviços que exijam trabalho aos domingos, com exceção quanto aos elencos teatrais, será estabelecida escala de revezamento, mensalmente organizada e constando de quadro sujeito à fiscalização.

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de desemprego no Brasil caiu para 12,5% no trimestre encerrado em abril, atingindo 13,2 milhões de pessoas. Foi a primeira queda após três altas seguidas e um leve recuo ante a taxa de 12,7% registrada no trimestre encerrado em março.

Veja todas as atividades com autorização para o trabalho aos domingos e feriados em caráter permanente
I – INDÚSTRIA

1) Laticínios; excluídos os serviços de escritório.

2) Frio industrial, fabricação e distribuição de gelo; excluídos os serviços de escritório.

3) Purificação e distribuição de água (usinas e filtros); excluídos os serviços de escritório.

4) Produção e distribuição de energia elétrica; excluídos os serviços de escritório.

5) Produção e distribuição de gás; excluídos os serviços de escritório.

6) Serviços de esgotos (excluídos os serviços de escritório).

7) Confecção de coroas de flores naturais.

8) Pastelaria, confeitaria e panificação em geral.

9) Indústria do malte; excluídos os serviços de escritório.

10) Indústria do cobre eletrolítico, de ferro (metalúrgica) e do vidro; excluídos os serviços de escritório.

11) Turmas de emergência nas empresas industriais, instaladoras e conservadoras de elevadores e cabos aéreos.

12) Trabalhos em curtumes; excluídos os serviços de escritório.

13) Alimentação de animais destinados à realização de pesquisas para preparo de soro e outros produtos farmacêuticos.

14) Siderurgia, fundição, forjaria, usinagem (fornos acesos permanentemente); excluídos os serviços de escritório.

15) Lubrificação e reparos do aparelhamento industrial (turma de emergência).

16) Indústria moageira; excluídos os serviços escritório.

17) Usinas de açúcar e de álcool; excluídos oficinas e escritório.

18) Indústria do papel de imprensa; excluídos os serviços de escritório.

19) Indústria de vidro; excluídos os serviços de escritório.

20) Indústria de cimento em geral; excluídos os serviços de escritório.

21) Indústria de acumuladores elétricos, porém unicamente nos setores referentes a carga de baterias, moinho e cabine elétrica; excluídos todos os demais serviços.

22) Indústria da cerveja; excluídos os serviços de escritório.

23) Indústria do refino do petróleo.

24) Indústria Petroquímica; excluídos os serviços de escritório.

25) Indústria de extração de óleos vegetais comestíveis; excluídos os serviços de escritório.

26) processamento de hortaliças, legumes e frutas.

27) indústria de extração de óleos vegetais e indústria de biodiesel, excluídos os serviços de escritório.

28) Indústria do Vinho, do Mosto de Uva, dos Vinagres e Bebidas Derivados da Uva e do Vinho, excluídos os serviços de escritório;

29) Indústria aeroespacial.

II – COMÉRCIO

1) Varejistas de peixe.

2) Varejistas de carnes frescas e caça.

3) Venda de pão e biscoitos.

4) Varejistas de frutas e verduras.

5) Varejistas de aves e ovos.

6) Varejistas de produtos farmacêuticos (farmácias, inclusive manipulação de receituário).

7) Flores e coroas.

8) Barbearias, quando funcionando em recinto fechado ou fazendo parte do complexo do estabelecimento ou atividade, mediante acordo expresso com os empregados.

9) Entrepostos de combustíveis, lubrificantes e acessórios para automóveis (postos de gasolina).

10) Locadores de bicicletas e similares.

11) Hotéis e similares (restaurantes, pensões, bares, cafés, confeitarias, leiterias, sorveterias e bombonerias).

12) Hospitais, clínicas, casas de saúde e ambulatórios.

13) Casas de diversões; inclusive estabelecimentos esportivos em que o ingresso seja pago.

14) Limpeza e alimentação de animais em estabelecimentos de avicultura.

15) Feiras-livres e mercados, comércio varejista de supermercados e de hipermercados, cuja atividade preponderante seja a venda de alimentos, inclusive os transportes a eles inerentes.

16) Porteiros e cabineiros de edifícios residenciais.

17) Serviços de propaganda dominical.

18) Comércio de artigos regionais nas estâncias hidrominerais.

19) Comércio em portos, aeroportos, estradas, estações rodoviárias e ferroviárias.

20) Comércio em hotéis.

21) Agências de turismo, locadoras de veículos e embarcações.

22) Comércio em postos de combustíveis.

23) Comércio em feiras e exposições.

24) Comércio em geral.

25) Estabelecimentos destinados ao turismo em geral.

III – TRANSPORTES

1) Serviços portuários.

2) Navegação, inclusive escritório, unicamente para atender a serviço de navios.

3) Trânsito marítimo de passageiros; excluídos os serviços de escritório.

4) Serviço propriamente de transportes; excluídos os transportes de carga urbanos e os escritórios e oficinas, salvo as de emergência.

5) Serviço de transportes aéreos; excluídos os departamentos não ligados diretamente ao tráfego aéreo.

6) Transporte interestadual rodoviário, inclusive limpeza e lubrificação dos veículos.

7) Transporte de passageiros por elevadores e cabos aéreos.

8) Serviços de manutenção aeroespacial.

IV – COMUNICAÇÕES E PUBLICIDADE

1) Empresa de comunicação telegráficas, radiotelegráficas e telefônicas; excluídos os serviços de escritório e oficinas, salvos as de emergência.

2) Empresas de radiodifusão, televisão, de jornais e revistas; excluídos os serviços de escritório.

3) Distribuidores e vendedores de jornais e revistas (bancas e ambulantes).

4) Anúncios em bondes e outros veículos (turma de emergência).

V – EDUCAÇÃO E CULTURA

1) Estabelecimentos de ensino (internatos); excluídos os serviços de escritório e magistério.

2) Empresas teatrais; excluídos os serviços de escritório.

3) Biblioteca; excluídos os serviços de escritório.

4) Museu; excluídos de serviços de escritório.

5) Empresas exibidoras cinematográficas; excluídos de serviços de escritório.

6) Empresa de orquestras.

7) Cultura física; excluídos de serviços de escritório.

8) Instituições de culto religioso.

VI – SERVIÇOS FUNERÁRIOS

1) Estabelecimentos e entidades que executem serviços funerários.

VII – AGRICULTURA E PECUÁRIA

1) Limpeza e alimentação de animais em propriedades agropecuárias.

2) Execução de serviços especificados nos itens anteriores desta relação.

3) Colheita, beneficiamento, lavagem e transporte de hortaliças, legumes e frutas.

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Rogério Marinho: “A Reforma da Previdência é uma medida essencial para impulsionar o crescimento econômico” https://distribuicao.newtrade.com.br/economia/rogerio-marinho-a-reforma-da-previdencia-e-uma-medida-essencial-para-impulsionar-o-crescimento-economico/ https://distribuicao.newtrade.com.br/economia/rogerio-marinho-a-reforma-da-previdencia-e-uma-medida-essencial-para-impulsionar-o-crescimento-economico/#respond Mon, 17 Jun 2019 12:20:46 +0000 https://distribuicao.newtrade.com.br/?p=1011831

Secretário especial da Previdência e Trabalho reforça a esperança de que a proposta da reforma irá melhorar o ambiente de negócios

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Por Rubia Evangelinellis

Quando o assunto é reforma da Previdência, já se sabe que é um tema que esquenta as discussões no mundo político e provoca a sensação da necessidade de rever o atual modelo, fragilizado e deficitário. Em entrevista concedida para a revista Distribuição,  o secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, destaca a necessidade de ajustes urgentes. E faz a defesa do projeto apresentado pelo Executivo, que possibilitará uma economia de 1,2 trilhão de reais em dez anos, sendo que 190 bilhões de reais já podem ser contabilizados em quatro anos após a sua implantação.

Indagado sobre o impacto que a aprovação de uma Nova Previdência terá sobre as empresas, Rogério Marinho assegura que ela contribuirá para melhorar o ambiente de negócios. Isso porque desafogará o orçamento, possibilitando mais investimentos do governo e atrairá novos investidores do setor privado. “É uma medida essencial para impulsionar o crescimento econômico”, diz, enfatizando um estudo realizado pelo Ministério da Economia, no qual se prevê a criação de mais oito milhões de empregos até 2023.

Economista por formação, Marinho foi também relator da reforma trabalhista em 2017. Embora as cifras tenham seu valor, ele assegura que a Nova Previdência tem como pilares fundamentais o combate a fraudes e privilégios, a equidade, a cobrança de dívidas e o impacto fiscal.

A seguir, confira trechos da entrevista. A entrevista completa está na edição de junho/julho da Revista Distribuição.

Quais são os principais pontos da reforma da Previdência e que não cabem negociação para exclusão ou redução?

A Nova Previdência tem como pilares fundamentais o combate a fraudes e a privilégios, a equidade, a cobrança de dívidas e o impacto fiscal. Trabalhamos sempre focalizando o fato de que o texto aprovado precisa desafogar as contas públicas e permitir que o governo retome a capacidade de investir. A proposta encaminhada preserva o perfil solidário da sociedade brasileira ao mesmo tempo em que prevê uma economia de 1,2 trilhão de reais em dez anos. É importante frisar que o texto assegura que ninguém vai receber menos de um salário mínimo de aposentadoria, seja no sistema atual ou em um sistema novo.

O senhor acredita que a adoção de alíquotas diferenciadas de contribuição, por si só, é capaz de corrigir a maior parte das distorções? Em que proporção?

A progressividade das alíquotas é uma medida importante de promoção da justiça. Cobrar mais de quem ganha mais gera recursos para cobrar menos de quem ganha menos. Essa alteração vai gerar uma economia de 27,7 bilhões de reais com o aumento da contribuição dos servidores públicos da União que recebem as maiores remunerações. Isso neutraliza o investimento de 28,4 bilhões de reais com a diminuição das alíquotas de quem ganha menos. Por exemplo, para mais de 60% da população, que ganha um salário mínimo, a cobrança cairá de 8% para 7,5%. Esse é um dos grandes princípios da Nova Previdência: quem ganha mais paga mais, quem ganha menos paga menos. O sistema atual é injusto. Poucos ganham muito e muitos ganham pouco. A média de aposentadoria dos servidores do Poder Legislativo é de 29.195,00 reais por mês, enquanto a do aposentado do Regime Geral é de 1.371,25 reais. Hoje, os 15% mais ricos acumulam 47% da renda previdenciária. Com as novas regras, aproximadamente 20 milhões de pessoas vão ter redução da contribuição.

Qual a importância da reforma para a iniciativa privada? O que muda para as empresas?

A aprovação da Nova Previdência certamente terá um papel importante no ambiente de negócios na medida em que desafoga os orçamentos, possibilitando mais investimento por parte do governo e também atraindo novos investidores do setor privado. É uma medida essencial para impulsionar o crescimento econômico. Um estudo realizado pelo Ministério da Economia prevê que, com a aprovação da reforma, serão criados mais oito milhões de empregos até 2023.

A proposta toma como base algum modelo já adotado por algum país? Se sim, já demonstrou resultado positivo?

A Nova Previdência considera, em primeiro lugar, o Brasil. Está demonstrado que já passamos, e muito, da hora de mudar. A boa notícia é que os brasileiros estão vivendo mais. Mas os brasileiros também estão tendo menos filhos. Ano a ano cai o número de pessoas em idade ativa e aumenta a população idosa. Em 1980, havia 14 brasileiros em idade ativa para um idoso. Em 2060, serão apenas 2,35 pessoas em idade ativa por idoso. Daí a nossa obrigação de elaborar um mecanismo que assegure o pagamento das aposentadorias futuras. Estudamos a legislação de dezenas de países, absorvemos o que é positivo e aprendemos com suas experiências.

 

 

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Pratos típicos das festas juninas estão 9,15% mais caros, mas consumo deve aumentar https://newtrade.com.br/economia/pratos-tipicos-das-festas-juninas-estao-915-mais-caros-mas-consumo-deve-aumentar/ https://newtrade.com.br/economia/pratos-tipicos-das-festas-juninas-estao-915-mais-caros-mas-consumo-deve-aumentar/#respond Tue, 11 Jun 2019 12:18:56 +0000 https://newtrade.com.br/economia/pratos-tipicos-das-festas-juninas-estao-915-mais-caros-mas-consumo-deve-aumentar/

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Cadastro positivo automático entra em vigor em um mês https://newtrade.com.br/economia/cadastro-positivo-automatico-entra-em-vigor-em-um-mes/ https://newtrade.com.br/economia/cadastro-positivo-automatico-entra-em-vigor-em-um-mes/#respond Tue, 11 Jun 2019 12:16:42 +0000 https://newtrade.com.br/economia/cadastro-positivo-automatico-entra-em-vigor-em-um-mes/

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Comércio atacadista volta a criar empregos em abril https://distribuicao.newtrade.com.br/economia/comercio-atacadista-volta-a-criar-empregos-em-abril/ https://distribuicao.newtrade.com.br/economia/comercio-atacadista-volta-a-criar-empregos-em-abril/#respond Mon, 10 Jun 2019 11:25:26 +0000 https://distribuicao.newtrade.com.br/?p=1011610

Com isso, o setor encerrou o mês com um estoque ativo de 516.769 vínculos empregatícios – alta de 1,5% em relação ao mesmo mês do ano passado.

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O comércio atacadista no Estado de São Paulo criou 867 postos de trabalho com carteira assinada em abril, foram 16.512 admissões contra 15.645 desligamentos. No mês anterior, o setor havia fechado 978 vagas.

Com isso, o setor encerrou o mês com um estoque ativo de 516.769 vínculos empregatícios – alta de 1,5% em relação ao mesmo mês do ano passado.

Dos nove segmentos analisados, sete geraram vagas em abril, com destaque para papel, resíduos, sucatas e metais (237 vínculos) e máquinas de uso comercial e industrial (215 vínculos).

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Inadimplência do consumidor sobe 4,8% em maio, segundo SCPC https://distribuicao.newtrade.com.br/economia/inadimplencia-do-consumidor-sobe-48-em-maio-segundo-scpc/ https://distribuicao.newtrade.com.br/economia/inadimplencia-do-consumidor-sobe-48-em-maio-segundo-scpc/#respond Fri, 07 Jun 2019 10:51:53 +0000 https://distribuicao.newtrade.com.br/?p=1011585

Apesar da alta na comparação com abril, indicador registrou queda de 0,6% em relação ao mesmo mês do ano passado

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A inadimplência do consumidor subiu 4,8% em maio na comparação com abril de 2019, segundo dados da empresa de informações de crédito Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito) obtidos com exclusividade pelo Estadão nesta quinta-feira, 6. Apesar da alta, se comparado ao mesmo mês do ano passado, o indicador recuou 0,6%.

O economista da Boa Vista, Flávio Calife, explica que o número de pessoas com dívidas deve aumentar nos próximos meses. “O movimento ainda é de queda. Mas nós temos a expectativa de que essa queda vá diminuir e comece a aumentar a inadimplência.” No acumulado dos 12 meses, a queda foi de 2,5%. Nessa comparação, todas as regiões do país diminuíram os registros de inadimplência: Centro-Oeste (-4,0%), Norte (-3,1%), Nordeste (-2,8%), Sul (-5,4%) e Sudeste (-1,4%)

A queda da inadimplência nos últimos anos se deve, principalmente, ao baixo movimento de crédito na economia, segundo Calife. “O crédito está crescendo pouco se compararmos com períodos anteriores. E isso afeta as novas dívidas. Houve uma redução da tomada de crédito, então menos pessoas ficaram inadimplentes. Não foi pela melhora da situação financeira do consumidor, porque isso não aconteceu”, disse.

Esse cenário, porém, deve mudar nos próximos meses. Segundo o economista, há uma tendência de alta no registro de novas dívidas por conta do aumento da tomada de crédito neste ano. “Observamos esse aumento nos últimos meses. Mas ele não foi acompanhado por uma melhora no emprego ou na renda, o que afeta a capacidade de pagamento do consumidor”, explica.

Número de inadimplentes tem novo recorde

O número de brasileiros inadimplentes, diz a Serasa Experian, é de 63,2 milhões, novo recorde histórico e o equivalente a 40,4% da população adulta. Em abril, o crescimento da inadimplência do consumidor foi puxado pelas dívidas com o segmento de utilities (água, energia elétrica e gás), enquanto o setor de telefonia aparece em segundo lugar. Varejo e Serviços apresentaram queda, o que, segundo o Serasa, indica que a oferta de crédito nestes segmentos pode estar encolhendo.

O segmento de Bancos e Cartões ainda figura no primeiro lugar do número de dívidas vencidas e não pagas. Luiz Rabi, economista da Serasa Experian, afirma que a constante crescimento neste quesito é reflexo da dificuldade “em honrar” um pagamento que costuma ser prioridade das famílias. “Se mantido ao longo dos próximos meses, este movimento pode fazer com que o spread bancário aumente, deixando os juros ainda mais caros para o consumidor”, ressalta.

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Vendas dos supermercados acumulam crescimento de 2,26% https://newtrade.com.br/varejo/vendas-dos-supermercados-acumulam-crescimento-de-226/ https://newtrade.com.br/varejo/vendas-dos-supermercados-acumulam-crescimento-de-226/#respond Wed, 05 Jun 2019 12:15:05 +0000 https://newtrade.com.br/varejo/vendas-dos-supermercados-acumulam-crescimento-de-226/

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Consumo das famílias cresce 0,3% em comparação com final de 2018 https://newtrade.com.br/economia/consumo-das-familias-cresce-03-em-comparacao-com-final-de-2018/ https://newtrade.com.br/economia/consumo-das-familias-cresce-03-em-comparacao-com-final-de-2018/#respond Fri, 31 May 2019 11:45:50 +0000 https://newtrade.com.br/economia/consumo-das-familias-cresce-03-em-comparacao-com-final-de-2018/

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Brasil terá Dia Livre de Impostos em 30/05 https://newtrade.com.br/economia/brasil-tera-dia-livre-de-impostos-em-30-05/ https://newtrade.com.br/economia/brasil-tera-dia-livre-de-impostos-em-30-05/#respond Wed, 29 May 2019 11:57:23 +0000 https://newtrade.com.br/economia/brasil-tera-dia-livre-de-impostos-em-30-05/

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CCJ da Câmara aprova projeto da reforma tributária https://distribuicao.newtrade.com.br/economia/ccj-da-camara-aprova-projeto-da-reforma-tributaria/ https://distribuicao.newtrade.com.br/economia/ccj-da-camara-aprova-projeto-da-reforma-tributaria/#respond Thu, 23 May 2019 10:57:27 +0000 https://distribuicao.newtrade.com.br/?p=1011372

A proposta acaba com três tributos federais - IPI, PIS e Cofins -, com o ICMS, que é estadual, e com o ISS, municipal

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) aprovou na quarta-feira (22) a admissibilidade da reforma Tributária (PEC 45/19).

A proposta acaba com três tributos federais – IPI, PIS e Cofins -, com o ICMS, que é estadual, e com o ISS, municipal. Todos eles incidem sobre o consumo. No lugar deles, é criado o IBS – Imposto sobre Operações com Bens e Serviços, de competência de municípios, estados e União, além de um outro imposto, sobre bens e serviços específicos, esse de competência apenas federal. O tempo de transição seria de dez anos.

O deputado João Roma (PRB-BA), apresentou na semana passada parecer recomendando a aprovação da proposta na CCJ. No relatório, ele argumentou que a reforma apresentada não contraria a Constituição e segue critérios técnicos, ou seja, que ela deve ser admitida pela CCJ para ter a análise de seu conteúdo iniciada.

O relator entendeu que os questionamentos à proposta seriam centrados na unificação de tributos, que poderia, segundo alguns entendimentos, contrariar a autonomia dos estados e municípios e ferir o pacto federativo.

Mas como o IBS será composto por três alíquotas – federal, estadual e municipal; e União, estados e municípios poderão fixar sua alíquota do IBS em valor diferente, João Roma entendeu que não havia riscos para o pacto federativo.

A reforma tributária será agora analisada por uma comissão especial criada com essa finalidade. Se aprovada, segue para análise do Plenário.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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